Ver o problema antes do hóspede.
Ligamos os seus sensores, o PMS e o back-office para que os problemas apareçam cedo, uma pessoa aprove cada ação e a gestão veja um retrato em direto de todas as unidades.
- CríticoÁgua quente · Depósito B-02
Temperatura de saída 6 °C abaixo do padrão de 7 dias enquanto o consumo sobe. Não é do tempo.
AçãoTarefa de manutenção #4721 · qui 10:00, antes do pico do fim de semana. A aguardar aprovação →
- AvisoEnergia · Circuito da bomba da piscina
+22 % face à referência ajustada à ocupação. Vibração a subir desde segunda — desgaste de rolamento.
AçãoRevisão de engenharia em fila · peças sugeridas. 1.200 €/mês se for ignorado.
- FeitoFinanças · Faturas de catering
847 linhas conciliadas com as encomendas. 3 exceções enviadas para finanças. 4,5 horas devolvidas à equipa.
Na época alta, pequenos pontos cegos tornam-se problemas caros.
Quando o hotel está cheio não há folga para reagir. A maioria das avarias dá sinal através de um hóspede — o alerta mais caro que existe. No Algarve, a ocupação de 2025 chegou a um pico de 55,9 %; cada falha dói mais exatamente nessa altura.
Equipamento que falha em silêncio
Caldeiras, bombas e frigoríficos desviam-se durante dias antes de alguém reparar. O primeiro alerta é uma reclamação.
Energia e água sem contexto
O consumo só é comparado com a fatura do mês passado — nunca com a ocupação, o tempo ou a agenda.
Equipas atrás de informação
PMS, POS, manutenção e folhas de cálculo não falam entre si. Os gestores reconstroem a verdade à mão todas as manhãs.
Pessoas qualificadas em trabalho administrativo
Conciliar faturas, verificar fornecedores e fazer relatórios semanais consome horas que deviam ir para os hóspedes.
O termoacumulador devia dar o alerta antes da receção.
Um depósito de água quente começa a desviar-se. Continua a consumir energia enquanto a temperatura de saída cai.
Duches frios às 7 da manhã. Reclamações, compensações, uma chamada de emergência a preço de fim de semana.
A unidade fica a saber da própria avaria por uma avaliação online.
O mesmo depósito desvia-se 6 °C abaixo do padrão normal. Um sensor de 40 € tem reportado a cada minuto.
O padrão é reconhecido. É criada uma tarefa de manutenção com as evidências anexadas; o técnico aprova-a.
Reparação planeada às 10:00. Ninguém no quarto 214 chega a saber.
O valor não está no sensor. Está em deteção + contexto + ação + prova, num só ciclo.
Um caminho de baixo risco: um ponto de decisão de cada vez.
Começamos com uma unidade e um piloto mensurável. Nada escala até os números — e a equipa — dizerem que sim. O hotel fica com todas as entregas, incluindo os acessos de administração.
Inventário e referência
Todos os sistemas, licenças, contratos e integrações. Todos os ativos que podem falhar — água quente, AVAC, refrigeração, piscinas, contadores. E onde estão as lacunas de dados.
Fica com: mapa de oportunidades, KPI de referência, plano-piloto de 90 dias.
Ganhos rápidos que criam confiança
Cancelar licenças duplicadas. Sensores nos ativos onde uma avaria doeria mais. Automatizar um relatório penoso. Piloto de extração de faturas em que as finanças só revêem exceções.
Vê: resultados antes de escalar seja o que for.
Ligar e escalar
Uma unidade em direto e uma vista regional. PMS, POS, manutenção, contabilidade, utilities e sensores ligados. Fluxos com perfis, registo de auditoria e possibilidade de intervenção humana — entregues de duas em duas semanas.
Recebe: uma camada operacional sobre os sistemas que já usa.
Medir e manter
Cada iniciativa tem um número antes/depois: € poupados, horas recuperadas, incidentes evitados. Revisões mensais, formação, documentação.
A regra: se não mexeu num KPI nem eliminou uma dor, não escala.
Onde a IA faz sentido — e onde as pessoas mantêm o controlo.
A automação deteta, prioriza e prepara. Uma pessoa identificada aprova tudo o que toca num hóspede, num comando ou num pagamento.
Um único parceiro responsável, da auditoria à adoção.
Somos uma equipa pequena e sénior de engenheiros e arquitetos que desenha, constrói e opera sistemas em produção — banca, logística, retalho, hotelaria. Quem constrói continua disponível. Trabalhamos em inglês, português, espanhol e esloveno.
- O fornecedor vende uma licença e depois desaparece.
- Nada liga como deve ser ao PMS ou ao que já existe.
- As equipas contornam a ferramenta; a subscrição continua a ser cobrada.
- Cada problema vira um ticket com alguém que nunca viu o hotel.
- Primeiro o inventário; muda-se só o que justifica a mudança.
- Construir sobre e integrar com os sistemas que já usa.
- Formação em fluxos de trabalho reais — a adoção é uma entrega.
- A equipa que o construiu continua responsável depois do arranque.
produtos monitorizados diariamente para cadeias de supermercados e farmácias — a mesma disciplina de pipeline que está por trás dos sensores de hotel.
taxa de sucesso na recolha, sem supervisão, todos os dias. A fiabilidade é a parte difícil de qualquer sistema de monitorização.
regiões servidas — Portugal, Estados Unidos, América Latina, Eslovénia. Remoto primeiro, no local quando a operação precisa de nós.
- Plataforma e integrações — PMS, POS, contabilidade e sistemas antigos numa só camada de dados.
- Pipelines de sensores — hardware barato, recolha fiável, alertas.
- Fluxos com IA — deteção, previsão, documentos, com aprovação incluída.
- Entrega no local — visitas, formação, adoção.
Próximo passo: uma conversa de 30 minutos e uma visita à unidade.
Vemos a operação em conjunto e voltamos com uma proposta concreta de Fase 1 — âmbito, acessos necessários, calendário, entregas e um preço fixo. Sem compromisso para além da visita.